segunda-feira, 16 de março de 2015

NASCE NOVO AMOR

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Novo dia nasce como miragem,

Com muita paz, flores e jardinagem,

Fico feliz ao dar um trato em cada folhagem,

Nas palmeiras, bouganviles e roseirais,

Pois sei que comigo virão mananciais,

O amor, a brisa, o sol, as juritis,

Borboletas, periquitos e colibris,

Embalados ao cantar dos bem-te-vis,

Emoldurados pelo azul do firmamento...

Todos vivos a alegrar meu pensamento,

Fazem do meu lar uma harmonia

Deliciosa, plena de sinfonia,

Capaz de embalar meu amor,

Com singeleza, doçura e fulgor,

No aquecer da pele cativante,

No sorriso do meu ser amante,

Sempre a querer um aconchego,

Pleno do mais adocicado chamego,

Na realização de na boca encontrar,

O beijo mais apaixonado que a luz do luar.

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A vida da gente é feita assim: um dia o elogio, no outro a crítica. A arte de analisar o trabalho de alguém é uma tarefa um pouco árdua porque mexe diretamente com o ego do receptor, seja ele leitor crítico ou não crítico. Por isso, espero que os visitantes deste blog LINGUAGEM E CULTURA tenham coerência para discordar ou não das observações que aqui sejam feitas, mas que não deixem de expressar, em hipótese alguma, seus pontos de vista, para que aproveitemos esse espaço, não como um ambiente de “alfinetadas” e “assopradas”, mas de simultâneas, inéditas e inesquecíveis trocas de experiências.