sábado, 7 de abril de 2012

BENÇÃO DO AMOR

Margaridas brancas para todas as pessoas, assim como eu, que amam e desejam a Paz!

 

"Não é preciso que a bondade se mostre; mas sim é preciso que se deixe ver." (Platão)

Relembro, naturalmente,
com a mesma sede de antigamente e com a mesma ânsia de outrora,
os tempos em que nada sabia,
tal como agora sei que nada sei agora!
Refúgio das horas tristes, acolhe-me.
Dá-me a bênção da poesia inatingível e por isso, talvez a mais preciosa.

3 comentários:

Isaac Melo disse...

LINDO! OBRIGADO PELA PARTILHA DE COISAS TÃO BELAS.
SEU BLOG ESTÁ CADA DIA MELHOR.

FRATERNO ABRAÇO!

Luísa Galvão Lessa disse...

Caríssimo Isaac,
Tu és um lord em elegância, gentileza, generosidade. Tens me incentivado muito a escrever. Cada e-mail teu provoca, em mim, grande responsabilidade. Sei da alma sensível, aguçada que tens. Hora-me a tua amizade.
Um abraço fraterno,
Luísa

Luísa Galvão Lessa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
A vida da gente é feita assim: um dia o elogio, no outro a crítica. A arte de analisar o trabalho de alguém é uma tarefa um pouco árdua porque mexe diretamente com o ego do receptor, seja ele leitor crítico ou não crítico. Por isso, espero que os visitantes deste blog LINGUAGEM E CULTURA tenham coerência para discordar ou não das observações que aqui sejam feitas, mas que não deixem de expressar, em hipótese alguma, seus pontos de vista, para que aproveitemos esse espaço, não como um ambiente de “alfinetadas” e “assopradas”, mas de simultâneas, inéditas e inesquecíveis trocas de experiências.