quinta-feira, 19 de setembro de 2013

MANIFESTO PELA DIGNIDADE BRASILEIRA

 

 

 

Manifesto, aqui, a minha indignação ao ver a nossa Suprema Corte corrompida pelos Petralhistas. Tudo uma vergonha para os brasileiros dignos.Eu estudei muito, trabalhei 36 anos no Magistério Superior, em prol de uma educação de qualidade. Hoje estou frustrada, parece que o país não tem jeito.

De outro lado, eu observo que tudo isso que vivenciamos retrata a população do país que colocou essa quadrilha no Governo do Brasil. E, o pior, mesmo as pessoas esclarecidas e indignadas --- assim como eu – não levam suas indignações para as ruas. É preciso haver um grito de GUERRA: FORA, BANDIDOS! Eu tenho esse direito, sou brasileira, trabalhadora, educadora, tenho uma vida dedicada às causas nobres. Eu sou uma cidadã que tem os brios feridos.

Não me censurem, mas QUERO OS MILITARES DE VOLTA, DEMOCRÁTICOS, marcando novas eleições em 6 meses, com um decreto: NENHUM DOS ATUAIS POLITICOS ELEITOS, PODERÁ CONCORRER A NENHUM CARGO POR 12 ANOS.

Essa, talvez, seja a saída para que a nova geração possa recomeçar tudo de modo limpo, imprimindo um novo modelo político no país. Estou cansada desses mascarados, descarados, ganharem dinheiro, aposentarem-se com rios de dinheiro. E, nós, professores, ficamos com as migalhas que sobra das quadrilhas e esquemas.

Quanto ao SUPREMO, destituição de todos os ministros, (bons e salafrários), e remodelação do sistema de escolha. Que os novos ministros sejam eleitos pelos seus pares, numa lista de antiguidade e, ao se completarem as vagas, haverá uma lista de suplentes. Eleição no SUPREMO a cada 4 anos. Quem fez babaquice pula fora e vai mofar na cadeia. Não se brinca com os valores de uma nação, nem com os brios de seu povo. Não querem ouvir às vozes das ruas?! – Deixem os cargos e vão para casa com um salário mínimo, como vivem a maioria das famílias brasileiras.

E, mais: toda eleição deve ser coordenada pela OAB, sempre atenta e vigilante para não haver ‘petralhice’. Pisou na bola, sai fora. O povo deve ser ouvido, nos casos, em plebiscito.

Hoje estou sufocada, guardo a dor desse “Estado de Sítio”, onde o PT faz todas as manobras, assalta o país, os brasileiros e nada acontece. O silêncio dói nos ouvidos, ele anuncia a continuidade deste estado de sitio...

Para mim, esse processo do Mensalão revela um dos episódios mais vergonhosos da história política do nosso País, pois os elementos probatórios do Ministério Público expõe, aos olhos de uma nação estarrecida, perplexa e envergonhada, um grupo de delinquentes que degradou a atividade política, transformando-a em plataforma de atividades criminosas. E, muitos permanecem em berço esplêndido, com elevados salários. O povo, esse que fique na miséria do salário mínimo de 678,00, educação, saúde, segurança, habitação, transportes, tudo da pior qualidade.

Desse cenário, o que eu vejo são homens que desconhecem a República, pessoas que ultrajaram as instituições e, atraídos por um perverso controle do poder, vilipendiam os signos do Estado Democrático de Direito e desonraram, com seus gestos ilícitos e marginais, a ideia pulsante do texto de nossa Constituição. Na hora de colocar algemas nos bandidos, 5 ministros do Supremo, ofertaram Pizza. QUE VENHAM OS MILITARES POR ORDEM NESSA DESORDEM!

3 comentários:

Isaac Melo disse...

Profa. Luísa,
é um texto polêmico.
Republiquei no Alma, mas para esclarecer meus (nossos) leitores:
você é então a favor de uma nova ditadura? A de 64 não tinha como prerrogativa defender a democracia, a ordem, o direito, etc? No entanto, virou nisso que todos sabemos. Por que os militares seriam os responsáveis por restabelecer essa nova ordem, essa nova moralização, já que a história está repleta de episódios trágicos envolvendo esse grupo?
A interpretei equivocadamente? Gostaria de ouvi-la.

Luísa Galvão Lessa disse...

Estimado Isaac Melo:
Quero a volta dos militares como forma de trazer estabilidade política para a nação ou resgatá-la das ameaças dessa perigosa ideologia do PT: roubar, roubar, roubar. Pior, ainda, não haver punição. Eu, como cidadã brasileira, não vejo outro saída para acabar com a impunidades, os desmandos. Os militares viriam para por ordem, resgatar a auto-estima brasileira tão feridas por escândalos, tais como, “mala de dinheiro”, “dinheiro na cueca”, “esquema mensalão”, só para enumerar tanta coisa que deixa os brasileiros envergonhados diante do mundo.
Nos regimes democráticos, o poder é dividido entre Legislativo, Executivo e o Judiciário (Supostamente). Na ditadura não há essa divisão, ficam todos os poderes apenas em uma instância (igualmente hoje com o PT que compra tudo)
O que se deseja é a ORDEM. Prender os ladrões, resgatar a dignidade brasileira. Os militares não roubaram, não se conhece um que seja milionário, menos, ainda, que tenha avião. O Lula, que nunca trabalhou – porque perdeu um dedo – foi eleito como o “salvador do Brasil”. Revelou-se como chefe de uma máfia que roubou a nação e deixou milionários um bando de pilantras. O mais grave, eles não vão para a cadeia, ficam rindo na nossa cara. Agora que rouba um grama de carne, uma lata de sardinha para alimentar os filhos mofa na cadeia. Por isso tudo eu QUERO A VOLTA DOS MILITARES.
Não é um “golpe”, mas uma opção para o Brasil sair do covil em que está mergulhado. Este Governo do PT é igual ao Regime Militar: um golpe na economia do país. A partir de 2008, o PT adotou um projeto anacrônico. Esse projeto está levando ao crescimento medíocre. O governo usa o pretexto da crise financeira nos países avançados para aumentar o gasto público e dar estímulos ao consumo. Só ganham os poderosos. Crime de colarinho branco não é nada. Todos são bons, mas roubam o “sol antes de nascer”.
Hoje o que importa são questões concretas, relativas ao cotidiano, à eficiência administrativa. O Estado não pode continuar a ser percebido como um expropriador ilegítimo de uma fatia expressiva da renda da sociedade, sem contrapartida de serviços à altura, como um criador de dificuldades em todas as esferas da vida brasileira. Sinceramente? Estou cansada desses anos de PT. Um decepção geral, e eu votei no Lula. Hoje não acredito mais nos políticos que aí estão. Olhem o Renã Calheiros? Renunciou ao mandato de Senador, voltou eleito pelo povo e assume a Presidência do Senado, a Presidência da República, nas eventualidades. Ele tem histórico para isso? É tudo uma vergonha.
As ruas pediram seriedade e eficiência do Estado, não benefícios e vantagens. São demandas de quem amadureceu. Mas o governo corre o risco de não compreender, de continuar a tratar a população como primitiva e imatura, que pode ser cooptada por gestos demagógicos como esse “mais médicos”.
Ademais, o país espanta o investimento estrangeiro de longo prazo, com a falta de estabilidade de regras, com uma regulação “barroca e discriminatória”, com uma política macroeconômica incompetente e a opção por um capitalismo de Estado anacrônico. Para mim, BASTA!

Luísa Galvão Lessa disse...

Quero a volta dos militares como forma de trazer estabilidade política para a nação ou resgatá-la das ameaças dessa perigosa ideologia do PT: roubar, roubar, roubar. Pior, ainda, não haver punição. Eu, como cidadã brasileira, não vejo outra saída para acabar com a impunidade, os desmandos. Os militares viriam para por ordem, resgatar a auto-estima brasileira tão ferida por escândalos, tais como, “mala de dinheiro”, “dinheiro na cueca”, “esquema mensalão”, só para enumerar tantas coisas que deixam os brasileiros envergonhados diante do mundo.
Nos regimes democráticos, o poder é dividido entre Legislativo, Executivo e o Judiciário (Supostamente). Na ditadura não há essa divisão, ficam todos os poderes apenas em uma instância (igualmente hoje com o PT que compra tudo). Logo, a diferença seria colocar o país nos eixos, prender esse bando de ladrão que rouba em nome na Nação.
O que se deseja é a ORDEM. Prender os ladrões, resgatar a dignidade brasileira. Os militares não roubaram, não se conhece um que seja milionário, menos, ainda, que tenha avião. O Lula, que nunca trabalhou – porque perdeu um dedo – foi eleito como o “salvador do Brasil”. Revelou-se como chefe de uma máfia que roubou a nação e deixou milionários um bando de pilantras. O mais grave, eles não vão para a cadeia, ficam rindo na nossa cara. Agora que rouba um grama de carne, uma lata de sardinha para alimentar os filhos mofa na cadeia. Por isso tudo eu QUERO A VOLTA DOS MILITARES.
Não é um “golpe”, mas uma opção para o Brasil sair do covil em que está mergulhado. Este Governo do PT é igual ao Regime Militar: um golpe na economia do país. A partir de 2008, o PT adotou um projeto anacrônico. Esse projeto está levando ao crescimento medíocre. O governo usa o pretexto da crise financeira nos países avançados para aumentar o gasto público e dar estímulos ao consumo. Só ganham os poderosos. Crime de colarinho branco não é nada. Todos são bons, mas roubam o “sol antes de nascer”.
Hoje o que importa são questões concretas, relativas ao cotidiano, à eficiência administrativa. O Estado não pode continuar a ser percebido como um expropriador ilegítimo de uma fatia expressiva da renda da sociedade, sem contrapartida de serviços à altura, como um criador de dificuldades em todas as esferas da vida brasileira. Sinceramente? Estou cansada desses anos de PT. Um decepção geral, e eu votei no Lula. Hoje não acredito mais nos políticos que aí estão. Olhem o Renã Calheiros? Renunciou ao mandato de Senador, voltou eleito pelo povo e assume a Presidência do Senado, a Presidência da República, nas eventualidades. Ele tem histórico para isso? É tudo uma vergonha.
As ruas pediram seriedade e eficiência do Estado, não benefícios e vantagens. São demandas de quem amadureceu. Mas o governo corre o risco de não compreender, de continuar a tratar a população como primitiva e imatura, que pode ser cooptada por gestos demagógicos como esse “mais médicos”.
Ademais, o país espanta o investimento estrangeiro de longo prazo, com a falta de estabilidade de regras, com uma regulação “barroca e discriminatória”, com uma política macroeconômica incompetente e a opção por um capitalismo de Estado anacrônico. Para mim, BASTA!

A vida da gente é feita assim: um dia o elogio, no outro a crítica. A arte de analisar o trabalho de alguém é uma tarefa um pouco árdua porque mexe diretamente com o ego do receptor, seja ele leitor crítico ou não crítico. Por isso, espero que os visitantes deste blog LINGUAGEM E CULTURA tenham coerência para discordar ou não das observações que aqui sejam feitas, mas que não deixem de expressar, em hipótese alguma, seus pontos de vista, para que aproveitemos esse espaço, não como um ambiente de “alfinetadas” e “assopradas”, mas de simultâneas, inéditas e inesquecíveis trocas de experiências.